segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Bauhaus - Tipografia



A palavra tipografia é originada do idioma grego: “typos’, em português é denominado “forma” e “graphein” é traduzido como “escrita”. É a arte e o processo de criação na composição de um texto, física ou digital.
As noções de tipografia são muito utilizadas em design gráfico e a história da tipografia é muito ampla e tem uma bagagem teórica de muitos séculos!!
Tudo começa com a invenção da escrita, que, a princípio, era feita com desenhos. Mas, devido à dificuldade em representar tudo por desenhos, houve a necessidade de se criarem símbolos para a representação das palavras.
A escrita do homem sempre representou diferentes expressões culturais e implementou as trocas comerciais na antiguidade. Mas foi a partir da Revolução Industrial que a tipografia passou a ter um foco mais comercial, que foi fundamental para o desenvolvimento da propaganda. Além disso, ao aliar estética e espírito crítico teve influência decisiva em movimentos artísticos como o Dadaísmo, Futurismo, Construtivismo e a Bauhaus.

Integrantes:
Denilson Herminio dos Santos
Renan Santello
Marco Aurélio Alves Araújo

sábado, 10 de dezembro de 2011

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Le Corbusier

Modernista - Le Corbusier


Autores: Deise Maturana, Natália Lima, Felipe Marques e Felipe Moura

Os pilares da arquitetura moderna, nos ares de São Paulo.


Talvez você já tenha passado por um destes lugares citados abaixo, e talvez até tenha pensado, porque tanta semelhança entre tais monumentos da cidade? A verdade é que por traz de um grande projeto, existe sempre um fundamento arquitetônico e podemos observar alguns destes fundamentos, definido pelo Pai da arquitetura moderna Charles-Edouard Jeanneret-Gris (Le Corbusier), nascido no ano de 1887, na Suiça, escreveu diversas bibliografias tais como: O Modulor, A viagem do Oriente, Por uma Arquitetura entre outras, tamanha experiência lhe proporcionou condições de construir tais conceitos de uma nova arquitetura e estes conceitos estão fundamentados nos cinco pilares descritos a seguir: 1º Construção sobre "pilotis”, 2º Terraço-jardim, 3º Planta livre da estrutura, 4º Fachada livre da estrutura, 5º Janela em fita.
Embora a aplicação destes conceitos seja para construções de moradias, podemos fazer uma analogia com as pontes estaiadas, observando os grandes vãos que elas têm produzido, a diminuição dos inúmeros pilotis para um único pilotis central, que tem proporcionado um ganho de área livre bem maior do que os propostos em métodos tradicionais, não podemos deixar de citar o uso dos materiais como o concreto armado, e o aço.
Observem as imagens a seguir:








Ponte estaiada na cidade de Guarulhos SP.
Foto: http://www.panoramio.com/photo/46711339


Ponte Estaiada Octavio Frias de Oliveira




Foto: http://www.baixaki.com.br/papel-de-parede/34656-ponte-estaiada-sp.htm


Viaduto D. Luciano Mendes de Almeida, ZN de São Paulo

Foto: http://noticias.r7.com/transito/noticias/apos-atraso-viaduto-estaiado-sera-inaugurado-em-sp-20110825.html

Assim podemos concluir que os conceitos arquitetônicos modernos tem perpetuado ainda em nossos dias, assumindo novas formas em diversas áreas e trazendo um ganho arquitetônico a todos que moram ou transitam nestas regiões. A arquitetura é isso, uma ciência que busca a harmonia da “estética”(formas) com o funcionalismo, aplicando a tecnologia como ferramenta , afim de se obter um produto final de qualidade.

Autor: ESDRAS CANDIDO DE CARVALHO 8º SEM. ARQ. URB. - UNG






quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Evolução Humana & Didática

Pelo vídeo demonstramos um pouco da evolução
humana através de imagens as quais vizualiazamos um
constraste, mas o intuito maior é alcançar é encergar a figura
de um dos grandes símbolos da Arquitetura "Le Corbusier"
Apreciem o curto vídeo... através do endereço:


http://www.youtube.com/watch?v=c5ZGfGzlm68

Trabalho desenvolvido pelo Grupo:
Andreia Costa Feliciano
Bruna Mariana Moraes
Cícero Fernandes
Elizabete Ferreira Pedro
Héllen Cristhiane
Iojacio Almeida


Desejamos a turma, BOAS FESTAS!!

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Um homem chamado Charles Edouard



História de Charles Edouard Jeanneret-Gris conhecido como Le Corbusier


Le Corbusier é o sobrenome profissional de Charles Edouard Jeanneret-Gris, considerado a figura mais importante da arquitetura moderna. Estudou artes e ofícios em sua cidade natal, na Suíça, e depois estagiou por dois anos no estúdio parisiense de Auguste Perret, na França. Viajou para a Alemanha onde colaborou com nomes famosos da arquitetura naquele país, como Peter Behrens.

Le Corbusier foi para Atenas estudar o Partenon e outros edifícios da Grécia antiga. Ficou impressionado com o uso da razão áurea pelos gregos clássicos.

Para o arquiteto, o tamanho padrão do homem era 1,83m. Baseado nisso, em números do matemático Fibonacci (1170-1250) e na razão áurea dos gregos antigos, criou uma série de medidas proporcionais, o Modulor, que dividia o corpo humano de forma harmônica e equilibrada. Baseava-se nisso para orientar os seus projetos e suas pinturas.

Tinha 35 anos quando se associou a seu primo, o engenheiro Pierre Jeanneret, em Paris. Foi quando adotou de vez o pseudônimo profissional de Le Corbusier.
Embora sua principal carreira tenha sido a de arquiteto, também foi competente na pintura e na teoria artística. Como pintor, ajudou a fundar o movimento purista, uma corrente derivada do cubismo, nos anos 1920. Na revista francesa "L'Esprit Nouveau" , publicou numerosos artigos com suas teorias arquitetônicas.

Uma de suas principais contribuições, afora o repúdio a estilos de época, foi o entendimento da casa como uma máquina de habitar, em concordância com os avanços industriais. Sua principal preocupação era a funcionalidade. As edificações eram projetadas para serem usadas. Definiu a arquitetura como o jogo correto e magnífico dos volumes sob a luz, fundamentada na utilização dos novos materiais: concreto armado, vidro plano em grandes dimensões e outros produtos artificiais.

Uma de suas preocupações constantes foi a necessidade de uma nova planificação urbana, mais adequada à vida moderna. Suas idéias tiveram grande repercussão no urbanismo do século 20. Foi o autor do Plano Obus, para reurbanizar Argel, capital da Argélia, e de todo o planejamento urbano de Chandigarh, cidade construída na Índia para ser a capital do Punjab.
O edifício sede das nações Unidas (ONU), em Nova York, foi desenhado por Le Corbusier, pelo brasileiro Oscar Niemeyer e pelo inglês Sir Howard Robertson, em 1947.

Aos 78 anos, Le Corbusier morreu afogado no mar Mediterrâneo. Oito anos antes, havia feito o projeto de seu túmulo, que foi construído imediatamente após a sua morte.



Le Corbusier e o Urbanismo Modernista



Le Corbusier - Visão modernista das áreas habitacionais: Mostra a separação entre pedestres e veículos e a localização dos edifícios residenciais em grandes áreas verdes públicas.

Plan Voisin - Perspectiva aérea : Mostra uma perspectiva da visão de Le Corbusier para Paris, seguindo os princípios e soluções concebidos em sua "Cidade Contemporânea", ou "Cidade para três milhões de habitantes". Nela é possível ver algumas de suas idéias sobre como deveria ser a cidade moderna: separação entre usos, altas densidades, grandes áreas livres, unidades de vizinhança, separação entre veículos e pedestres, etc.



Plan Voisin : Mostra uma perspectiva da visão de Le Corbusier para Paris, seguindo os princípios e soluções concebidos em sua "Cidade Contemporânea", ou "Cidade para três milhões de habitantes". Nela é possível ver algumas de suas idéias sobre como deveria ser a cidade moderna: separação entre usos, altas densidades, grandes áreas livres, unidades de vizinhança, separação entre veículos e pedestres, etc.

Cidade Contemporânea : Mostra a planta geral da "Cidade Contemporânea", ou "Cidade para três milhões de habitantes". Nela é possível ver algumas de suas idéias sobre como deveria ser a cidade moderna: separação entre usos, altas densidades, grandes áreas livres, unidades de vizinhança, separação entre veículos e pedestres, etc.



Áreas residenciais :Vista aérea de uma superquadra residencial da Ville Contemporaine.

Guarulhos Modernista!

Modernismo foi um movimento artístico e cultural que se iniciou na Europa e começou a ter seus ideais difundidos no Brasil a partir da primeira década do século XX, através de manifestos de vanguarda, principalmente em São Paulo, e da Semana da Arte Moderna, realizada em 1922. O movimento deu início a uma nova fase estética na qual ocorreu a integração de tendências que já vinham surgindo, fundamentadas na valorização da realidade nacional, e propondo o abandono das tradições que vinham sendo seguidas até então, tanto na literatura quanto nas artes. Apesar da grande repercussão que a arquitetura e Arte Moderna obtiveram, vale ressaltar que o Movimento Moderno não se limitou a essas duas áreas. Foi um movimento cultural global que envolvia vários aspectos, entre eles sociais, tecnológicos, econômicos e artísticos.

O Modernismo arquitetônico surgiu na Europa devido à necessidade de se encontrar soluções para os problemas que vinham sendo gerados pelas mudanças sociais e econômicas que a Revolução Industrial causou. Já no Brasil, as primeiras obras Modernistas surgem quando apenas se iniciava o processo de industrialização, portanto não se habilitava a solucionar necessidades sociais. No entanto, segundo Lúcio Costa, o Modernismo brasileiro justifica-se como estilo, afirmando a identidade de nossa cultura e representando o "espírito da época".


No campo da arquitetura, o Modernismo foi introduzido no Brasil através da atuação e influência de arquitetos estrangeiros adeptos do movimento, embora tenham sido arquitetos brasileiros, como Oscar Niemeyer e Lúcio Costa, que mais tarde tornaram este estilo conhecido e aceito. Foi o arquiteto russo Gregori Warchavchik quem projetou a “Casa Modernista” (1929-1930), a primeira casa em estilo Moderno construída em São Paulo.

Os arquitetos Modernistas buscavam o racionalismo e funcionalismo em seus projetos, sendo que as obras deste estilo apresentavam como características comuns formas geométricas definidas, sem ornamentos; separação entre estrutura e vedação; uso de pilotis a fim de liberar o espaço sob o edifício; panos de vidro contínuos nas fachadas ao invés de janelas tradicionais; integração da arquitetura com o entorno pelo paisagismo, e com as outras artes plásticas através do emprego de painéis de azulejo decorados, murais e esculturas.

Fonte: http://www.arquiteturamodernacapixaba.kit.net/introd-AMB.html